sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Postos continuam vendendo ingressos para a Encenação

Encenação da Fundação da Vila de São Vicente (Foto: Márcio Pinheiro / Divulgação)Ainda restam ingressos disponíveis para a Encenação da Vila de São Vicente, no litoral de São Paulo. Cerca de 12 mil ingressos já foram trocados, num total de 26 mil disponibilizados pela prefeitura do município.


Para obter as entradas é necessário ir a um dos três postos de troca que estão localizados no Shopping Brisamar, Loja Vip-x da praça Barão e na bilhetereria na praça Tom Jobim, levando duas latas de leite em pó ou duas latas de achocolatado em pó. Cada pessoa pode adquirir quatro ingressos.
Pela primeira vez o espetáculo será em formato musical. A estreia da peça, considerada a maior em areia de praia do mundo, será neste sábado (19), às 20h, na Praça Tom Jobim, s/nº, no bairro do Gonzaguinha.

‘Santos Carnabanda’ divulga os horários dos blocos


Tradicional desfile de blocos acontece em diversos bairros da cidade.
Desfiles começam no dia 25 de janeiro e seguem até 12 de fevereiro.



Os desfiles das bandas do ‘Santos Carnabanda’ começam no próximo dia 25, e seguem até o dia 12 de fevereiro em Santos, no litoral de São Paulo. O tradicional desfile de blocos acontece em vários bairros da cidade.

Na abertura, no dia 25, desfilam as ‘Banda do Siqueira’ - Macuco (19h às 21h), ‘Cobras’ - Marapé (19h às 21h), ‘Vila Belmiro’ (21h às 23h) e ‘Vila Mathias’ (21h às 23h). Já no sábado (26), o público pode acompanhar a ‘Banda Jaú’ - Aparecida (14h às 16h); ‘Skinão do Marapé’ (16h às 18h) e finalizando com ‘Bebo mas não travo’ – Vila Belmiro (19h às 21h).

O itinerário é acompanhado pela Polícia Militar e Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Santos), além da segurança contratada pelos blocos. Outras informações pelo telefone (13) 3226-8000.

Inspire-se na decoração da casa do 'Big Brother Brasil'


Selecionamos 5 ambientes e peças da casa para você se inspirar e fazer até melhor


O reality show Big Brother Brasil chega a sua 13ª edição. E a casa mais vigiada do País ganhou uma nova decoração para essa temporada. Apesar de bem montada, o design carregado da cozinha pode torná-la cansativa. \"Para o programa vale a dose a mais de vibração. Sou a favor da utilização de cores, grafismos, texturas, porém com moderação e de acordo com a personalidade do usuário\", afirma a arquiteta Fabiana Gimenez. De acordo com cenógrafa responsável pelo projeto da casa, Leila Pinheiro , o excesso de vermelho e de informações tem o objetivo de fato de incomodar. \"O ambiente está legal para uma temporada, reúne tendências, mas se colocar algo assim em sua casa vai enjoar muito rápido\", diz a arquiteta e decoradora Cristina Wehba Foto: Estevam Avellar/TV Globo/Divulgação
O reality show Big Brother Brasil chega a sua 13ª edição. E a casa mais vigiada do País ganhou uma nova decoração para essa temporada. Apesar de bem montada, o design carregado da cozinha pode torná-la cansativa. "Para o programa vale a dose a mais de vibração. Sou a favor da utilização de cores, grafismos, texturas, porém com moderação e de acordo com a personalidade do usuário", afirma a arquiteta Fabiana Gimenez. De acordo com cenógrafa responsável pelo projeto da casa, Leila Pinheiro , o excesso de vermelho e de informações tem o objetivo de fato de incomodar. "O ambiente está legal para uma temporada, reúne tendências, mas se colocar algo assim em sua casa vai enjoar muito rápido", diz a arquiteta e decoradora Cristina Wehba



A cozinha, planejada pela New Móveis, possui nuances geométricas e traz cores fortes como preto, azul e principalmente o vermelho. A mesa redonda moderna é rodeada de cadeiras com de estilo retrô que seguem dois padrões diferentes.  Foto: Estevam Avellar/TV Globo/Divulgação



A cozinha, possui nuances geométricas e traz cores fortes como preto, azul e principalmente o vermelho. A mesa redonda moderna é rodeada de cadeiras com de estilo retrô que seguem dois padrões diferentes. 

\"O quarto brechó parece uma loja. Ele traz o exagero da tendência de criar ambientes superdecorados\", defende Cristina. O ambiente, que reúne muitos objetos como esculturas, relógios-cuco e molduras, é carregado. \"Para um quarto, local de repouso e tranquilidade, acho que tem muitas referências e estímulos demais. Porém, essa ideia aplicada em um lavabo, um ambiente de curta permanência e voltado para visitas, seria algo surpreendente e sofisticado\", afirma Fabiana Foto: Divulgação/TV Globo

O quarto brechó parece uma loja. Ele traz o exagero da tendência de criar ambientes "superdecorados". O ambiente, que reúne muitos objetos como esculturas, relógios-cuco e molduras, é carregado. Para um quarto, local de repouso e tranquilidade, acho que tem muitas referências e estímulos demais. Porém, essa ideia aplicada em um lavabo, um ambiente de curta permanência e voltado para visitas, seria algo surpreendente e sofisticado.

Na sala o que mais chama atenção é o sofá curvo. Segundo Lelila, ele aconchega mais e obriga os participantes a se olharem. De acordo com Cristina, o sofá meia-lua é uma peça característica dos anos 70. Para Fabiana o móvel é um dos artigos do BBB que funcionariam perfeitamente em uma casa real, assim como o hall de entrada e a área da piscina. \"Para aplicar essas ideias é preciso apenas moderação para a decoração não cansar e saturar os olhos\", defende ela Foto: Divulgação/TV Globo

Na sala o que mais chama atenção é o sofá curvo.Ele aconchega mais e obriga os participantes a se olharem.O sofá meia-lua é uma peça característica dos anos 70. O móvel é um dos artigos do BBB que funcionariam perfeitamente em uma casa real, assim como o hall de entrada e a área da piscina. "Para aplicar essas ideias é preciso apenas moderação para a decoração não cansar e saturar os olhos".


O banheiro, com parede em alto relevo, segundo Cristina, não funciona tão bem em uma residência. \"Apesar de bonito, esse tipo de revestimento acumula sujeira e é difícil de limpar. Normalmente optamos por coisas mais práticas para o banheiro\", explica Foto: Divulgação/TV Globo


O banheiro, com parede em alto relevo, não funciona tão bem em uma residência. "Apesar de bonito, esse tipo de revestimento acumula sujeira e é difícil de limpar. Normalmente optamos por coisas mais práticas para o banheiro".

Os ambientes da casa sempre trazem a dualidade entre o antigo e o contemporâneo. Logo na entrada uma cômoda com carinha de vovó se contrapõe à cozinha que aparece logo ao lado Foto: Divulgação/TV Globo

Os ambientes da casa sempre trazem a dualidade entre o antigo e o contemporâneo. Logo na entrada uma cômoda com carinha de vovó se contrapõe à cozinha que aparece logo ao lado.

As paredes decoradas estão em alta. \"Essas pinturas costomizadas de artistas tem tudo a ver com a ideia de ambiente personalizado e exclusivo\", afirma Cristina. O adesivo de parede aparece aqui como uma alternativa mais prática e acessível Foto: Divulgação/TV Globo


As paredes decoradas estão em alta. "Essas pinturas costomizadas de artistas tem tudo a ver com a ideia de ambiente personalizado e exclusivo".O adesivo de parede aparece aqui como uma alternativa mais prática e acessível.


O que é madeira certificada? Saiba os critérios para obter o selo

A madeira certificada pode tanto vir de plantações florestais ou de florestas naturais como a Amazônia

Quando o consumidor se depara com um móvel de madeira, anunciado e vendido sob um selo de certificação, provavelmente imagina que o item passa por um rigoroso controle na produção. Mas não fica claro o que exatamente significa este "lenho certificado" e quais são os critérios seguidos para que esta certificação seja obtida.


O selo de certificação
Em lojas de decoração e de materiais para construção e reforma, não é difícil encontrar o selo FSC Brasil em peças de mobiliário ou madeiramento estrutural. Reconhecido internacionalmente, o FSC é um sistema de certificação florestal que identifica, através de sua logomarca, produtos oriundos do bom manejo florestal.
  • Antônio Gaudério/Folha Imagem
    O selo FSC Brasil identifica produtos oriundos do bom manejo florestal
Conforme explica a secretária executiva do FSC Brasil, Fabíola Zerbini, o FSC (Forest Stewardship Council – em português, Conselho de Manejo Florestal), é uma organização não governamental e sem fins lucrativos, criada para contribuir com a promoção do manejo cuidadoso e não-predatório. "O selo oferece um link confiável entre a produção e o consumo responsáveis de produtos florestais, permitindo que consumidores e empresas tomem decisões em prol do bem das pessoas e do ambiente", diz Zerbini.
Assim como o FSC Brasil, o Certflor (Programa Brasileiro de Certificação Florestal) atua nesta área, seguindo critérios e indicadores nacionais prescritos nas normas elaboradas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e integradas ao Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade e ao Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).
O quê e como se certifica?
O madeiramento estrutural usado na construções e certos móveis são conhecidos exemplos de produtos fabricados com madeira certificada. Entretanto, a coordenadora de certificação do Instituto de Manejo de Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), de Piracicaba (SP), Evelin Fagundes dos Santos, explica que o selo pode ser aplicado a qualquer matéria-prima de origem florestal.
  • Thinkstock
    Até mesmo alimentos que tenham como base produtos de extração florestal como castanhas podem ser certificados
Desta forma, além da madeira que deriva os itens citados, podem ser certificados assoalhos, batentes, papel, embalagens, celulose, cosméticos e até alimentícios que tenham como base produtos de extração florestal, por exemplo, castanhas.  "A madeira certificada pode tanto vir de plantações florestais (reflorestamento) ou de florestas naturais, como da Amazônia", completa a coordenadora do Imaflora.
Ainda segundo Santos, as principais madeiras certificadas em reflorestamento são das espécies do gênero Pinus e os lenhos provenientes de eucalipto e teca. Enquanto, na Amazônia, o ipê e o cedro são exemplos de espécies nativas que recebem o selo.
Mas afinal como estes artigos ganham esta certificação? Zerbini esclarece que a FSC Brasil é responsável pela habilitação das certificadoras especializadas. Por sua vez, estas, para realizarem o processo de certificação, devem exigir do empreendimento a obter o selo, a adoção de uma série de procedimentos e regras de conduta. "Com o direito do uso da logomarca, em um segundo momento, uma auditoria é realizada pela certificadora credenciada para atestar o cumprimento dos princípios e critérios do FSC", diz.
Estes princípios e critérios tratam das questões ambientais, sociais e econômicas da atividade florestal para garantir o bom uso dos recursos naturais, saúde e segurança no trabalho e bem-estar das comunidades do entorno e das partes interessadas.

OS 10 PRINCÍPIOS PARA O MANEJO FLORESTAL

1. Obediência às leis aplicáveis e aos princípios do FSC;
2. Responsabilidades e direito de posse e uso da terra;
3. Respeito aos direitos dos povos indígenas e tradicionais;
4. Manutenção ou ampliação do bem-estar de comunidades e trabalhadores;
5. Uso múltiplo dos produtos e serviços da floresta;
6. Manutenção das funções ecológicas e integridade da floresta;
7. Elaboração do plano de manejo apropriado à escala e intensidades das operações propostas;
8. Monitoramento e avaliação do manejo florestal e seus impactos;
9. Manutenção de florestas de alto valor de conservação;
10. As áreas plantadas devem complementar o manejo e promover a conservação das florestas naturais (regras para reflorestamentos).
Certificada versus legal
É importante também saber que madeira certificada e madeira legal não são a mesma coisa. De acordo com Santos, o lenho legalizado é aquele extraído dentro das exigências legais do país, podendo ser comercializado mediante uma licença ambiental ou atendimento à legislação de exploração.
Por sua vez, além de seguir às leis aplicáveis, "a madeira certificada considera vários outros aspectos ambientais, sociais e econômicos na atividade realizada na floresta", explica a coordenadora do Imaflora. Ou seja, toda madeira certificada é legal, entretanto, nem todo lenho legalizado tem um selo de certificação.
Os custos
Quando os preços destes produtos feitos de madeira certificada são mencionados, é comum que o valor mais alto - se comparado a outros lenhos sem selo - seja ressaltado. Porém o supervisor de desenvolvimento de produtos da empresa Tégula, que comercializa a madeira com certificação, Eduardo Tavares Carneiro, diz que hoje este tipo de produto chega a custar apenas cerca de 5% a mais do que a madeira legal não-certificada.
  • Getty Images
    Para ganhar o selo, aspectos ambientais, sociais e econômicos do manejo florestal são avaliados e acompanhados 
Para Carneiro, infelizmente o consumidor ainda não aderiu aos produtos com certificação, mesmo não sendo tão custosos frente à madeira legalizada sem o selo. "Isso se deve principalmente à falta de informação por parte do consumidor sobre a diferença entre madeira legal e certificada, à burocracia para se comercializar a madeira certificada e à alta tributação do produto", opina.
Santos concorda que a variação de preço entre os dois artigos não é tão grande e argumenta que a diferença no preço se dá pelo custo maior que o produtor da madeira certificada tem para assegurar os aspectos legais e socioambientais da atividade florestal. "É custo agregado, assegurador de que a exploração e extração de produtos da floresta não sejam predatórias, conservando os recursos naturais ali existentes", justifica.
Não se deixe enganar
Para verificar e ter a certeza que o selo de certificação do produto comprado é autêntico, o FSC Brasil disponibiliza em seu site um banco de dados, onde é possível pesquisar a veracidade do indicativo através do nome da empresa recebedora ou do número (FSC - C_______) que consta necessariamente em todos os itens certificados.
No sistema FSC, além da certificação do manejo florestal, que considera os princípios e critérios mencionados, existe a Cadeia de Custódia que se aplica aos elos industriais e comerciais do produto certificado.
"Por exemplo, uma indústria de pisos compra a tora de uma origem florestal, serra a madeira e a processa em pisos, vendendo para uma revenda, que comercializa ao consumidor final. Nesta cadeia, a floresta precisa ser certificada com Manejo Florestal FSC e a indústria e revenda terão certificação de Cadeia de Custódia", explica Santos.
Desta forma, esta certidão analisa a rastreabilidade do objeto até o consumidor final e ainda avalia os critérios sociais, de saúde e segurança ocupacional na indústria. "É a garantia de que o consumidor está levando para casa um produto cuja extração não causou danos ao meio ambiente, à sociedade e à economia locais", defende Carneiro.

Casa "de lata" reúne fetiche arquitetônico e apelo sustentável

Versão mais recente da Zachary House, na Carolina do Norte, projetada pelo arquiteto Stephen Atkinson


Uma casinha incrivelmente bonita, revestida externamente em metal ondulado reluzindo sob a luz do sol… tão honesta e simples entre magnólias e muitos hectares de uma viçosa plantação de soja, quanto o desenho de uma criança. Essas características fazem parte do encantamento de Terrie Moffitt e Avshalom Caspi, professores de psicologia em Duke, em relação à morada que possuem em Ramseur, Carolina do Norte.
Os acadêmicos admiram o modo como a casa incorpora a arquitetura rural que tanto amavam: as cabanas da América do Sul e as estruturas de zinco cheias de sulcos da Nova Zelândia, onde estão conduzindo um estudo. Caspi relembra, através da residência, das cabanas do kibutz em que cresceu e Moffitt ressalta como a pequena construção foi erigida sobre o local onde estava a casa original da fazenda, construída por sua família nos anos 1920 e como as lembranças ainda são fortes ali.

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Em Ramseur, na Carolina do Norte, está a reencarnação de uma casa "de cachorro" modernista criada para humanos. Uma reprodução da construção original desenhada pelo arquiteto Stephen Atkinson, quase duas década atrás, na Louisiana, e que tornou-se a queridinha das publicações especializadas de arquitetura. Esta segunda versão, pertencente aos professores de psicologia da Duke University, Terrie Moffitt e Avshalom Caspi, tornou-se a capa de um livro sobre Atkinson. O arquiteto, também, propôs uma barganha aos acadêmicos: a planta sairia de graça, mas cada uma das modificações substanciais pedidas, lhes custaria caro Sara Essex Bradley/The New York Times

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Saiba como evitar baratas, pernilongos e outros insetos em casa

Não tem jeito, é só o verão começar que baratas, pernilongos e formigas invadem todos os cantos da casa. O fenômeno acontece graças ao aumento do calor, que facilita o desenvolvimento dos insetos (cuja temperatura preferida é em torno de 25ºC e 35ºC), pois encontram mais água e alimento no ambiente. Para diminuir essa presença incômoda, o ideal é preparar a casa com telas, aplicação de inseticidas e, principalmente, manter a limpeza dos ambientes em dia. Deixar migalhas de alimentos pelo chão, panelas abertas com comida e lixo acumulado na cozinha são atitudes que permitem a proliferação de baratas, formigas e moscas.


Baratas

No Brasil, as espécies de baratas Blattella germanica e Periplaneta americana são as mais comuns. A primeira, tipicamente doméstica, possui 15 milímetros de comprimento e pode ser encontrada nas cores marrom ou amarela. Sua presença é comum em locais como depósitos de alimentos, bancadas de pia e frestas na alvenaria.




Já a barata americana é maior, voadora, escura e busca comida geralmente durante a noite. Gosta de criadouros úmidos e quentes, além de caixas d’água, canos de esgotos, jardins e cisternas. Ocombate a estas criaturas , de maneira geral, é feito com a retirada de caixas de papelão (pois costumam servir de abrigo) e o fechamento de portas e janelas no final da tarde.
“Outra saída é o uso de ‘iscas’, como as de gel, para colocar no caminho das baratas, fazendo o veneno chegar até o ninho”, diz Osmar Malaspina, professor do Instituto de Biociências da Unesp. Caso os insetos entrem na casa pelo ralo é sinal de que esgotos, fossas e caixas de gordura precisam ser limpos. Aplicar um bom inseticida também ajuda no combate, entretanto, a medida é eficaz somente para a espécie doméstica.

Mosquitos e pernilongos

Afastar os mosquitos e pernilongos de dentro de casa é outra tarefa complicada, pois um extermínio realmente eficaz é aquele que destrói o criadouro. A tática para afastá-los, ainda que temporariamente, é usar repelentes (elétricos, aerossóis ou de citronela) e renovar a aplicação do produto a cada duas horas. O efeito será paliativo porque a substância interferirá somente no odor exalado pela pele, mas não matará os insetos voadores. Recorrer ao uso de telas em portas e janelas, na perspectiva de criar uma barreira física, e ligar o ar-condicionado são outras possibilidades de repeli-los.

Formigas

Quem sofre com a infestação de formigas deve ter consciência de que o mal será resolvido apenas com a destruição do ninho. O professor Malaspina lembra que receitas caseiras como deixar cravo-da-índia nas proximidades do formigueiro amenizam a situação, mas não a resolvem.
uso de inseticidas , por outro lado, é eficaz e permite espalhar na colônia o veneno instalado nos insetos contaminados. O produto deve ser aplicado em móveis, eletrodomésticos e nos cantos dos cômodos. “Combater formigas caseiras, baratas e moscas é importante porque tais pragas são vetores mecânicos de doenças. Elas carregam patógenos e contaminam alimentos e utensílios pelos quais transitam”, afirma Marcos Roberto Potenza, engenheiro Agrônomo especialista em Entomologia Urbana. 

IPTU aumenta até 375% em Cotia, na Grande São Paulo


Outras variações de "apenas" 50% ou 100% pegaram de surpresa diferentes bairros, dos condomínios da Granja Viana à periferia

Imóvel: vista externa de apartamentos em um conjunto de prédios

Baseado em dois indicadores - Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que foi de 5,42%, e atualização da Planta Genérica do Município, de 9,09%, que levou em conta a valorização dos imóveis -, o reajuste médio neste ano foi de 15%.
Mas, para alguns, chegou a 375%. Outras variações de "apenas" 50% ou 100% pegaram de surpresa diferentes bairros, dos condomínios da Granja Viana à periferia.
A prefeitura alega que "a Planta Genérica de Valores de Cotia não era revisada desde 1998, fato que resultou em grande defasagem".
E nega que moradores foram pegos de surpresa. "Munícipes começaram a receber comunicado sobre o recadastramento dos imóveis por ocasião do lançamento do IPTU de 2011, reiterado no lançamento de 2012." 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Empresas lançam apartamento menor que caçamba de caminhão

O objetivo é atender público que não tem condições de pagar os altos preços dos bairros centrais



Quem quer morar em bairros mais caros mas não tem dinheiro para tanto só podia contar, até há pouco tempo, com uma opção: esperar os preços baixarem. O mercado agora passou a oferecer outra possibilidade: valores menores, mas não tão baixos assim, para apartamentos ainda menores. Algumas construtoras estão lançando apartamentos com cerca de 30 metros quadrados - menores que uma caçamba de grandes caminhões. 

Essas pequenas habitações, em formato de estúdio ou com um dormitório, estão sendo chamadas pelas empresas de smart home (em inglês, smart quer dizer esperto, inteligente). Na cidade de São Paulo, há apartamentos desse tipo em locais como Bela Vista, Saúde, Butantã, Centro, Paraíso, Panambi, Campo Belo e Chácara Klabin.

Para Marcelo Moralles, diretor de desenvolvimento da Fernandez Mera, o conceito ganhou força nos últimos anos para atender os clientes que buscam praticidade na administração do imóvel, por conta do tamanho, e proximidade com o trabalho.

"Nossa empresa oferece unidades de 27 e 37 m² por em média R$ 350 mil. Por conta da pequena metragem, ele acaba sendo mais barato que os tradicionais e com uma estrutura muitas vezes mais moderna, por ser novo", afirma Moralles.

A expressão smart home não é nova. Moralles conta que, entre 2000 e 2006, ela era usada para se referir a apartamentos com 2 ou 3 dormitórios feitos para atender a classe média que estava começando a vida, principalmente a conjugal. Mas atualmente o cenário é outro. Há mais gente morando sozinha, sobretudo divorciados.

"Muitos casais se separaram nos últimos anos, aumentando a procura por imóveis que atendam às novas necessidades. Um dos perfis de clientes de smart home é aquele que saiu de casa e hoje busca uma vida mais prática", comenta o diretor.

Em Ribeirão Preto (interior de São Paulo), o gerente de vendas Anderson Edmilson Silva, da Construtora Pagano, nota outro tipo de comprador ou inquilino para domicílio de 36,5 m².

"Temos dois públicos compradores de apartamentos com essa metragem: o conversador, que compra para investir, e o mais moderno, que corresponde a uma demanda universitária forte da cidade", diz Silva. Silva afirma que os imóveis com pequenas metragens são ideais para quem quer morar sozinho e pagar menos.

"O aluguel varia entre R$ 1 mil e R$ 1.100. Como são pequenos, conseguimos aumentar a quantidade de unidades num prédio, o que tem efeito direto sobre o valor do condomínio. Nosso empreendimento tem infraestrutura de lazer completa e os moradores pagam apenas R$ 190 de condomínio", conta o gerente de vendas. 

Carros, imóveis: o que considerar ao contratar um financiamento

Carro novo, casa própria e viagens são itens no topo dos sonhos dos brasileiros




Fim de ano é período de realização de sonhos, com muitas pessoas aproveitando para trocar de carro, fazer uma sonhada viagem ou até dar início a um processo de contratação de um financiamento imobiliário. 

O economista da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Miguel de Oliveira, conta que em relação a automóveis e imóveis, nunca a condição de crédito foi tão boa. “Não que ela esteja ideal, mas nunca as taxas foram tão baixas”.

Oliveira expõe que, antes de tudo, o consumidor deve avaliar se vale realmente a pena entrar em um financiamento para adquirir estes sonhos – respondendo às seguintes perguntas:
- Preciso adquirir este bem agora?
- Tenho recursos para comprá-lo?
- Caso eu não tenha estes recursos, consigo fazer um financiamento com parcelas que cabem no meu bolso? Então, se consigo, que valor tenho que separar mensalmente para pagar este financiamento?
 
A grande dica é juntar dinheiro para comprar o bem/serviço à vista, entretanto não é fácil para todo mundo. O ideal, segundo Oliveira, é dar uma boa entrada, pois o restante poderá ser financiado com parcelas menores. “Quanto menor o saldo devedor, menores serão os juros”, explica ele.

Carros
Para o professor da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e consultor do Itaú-Unibanco, Jurandir Macedo, uma boa dica para quem quer contratar um financiamento para a compra de um carro novo é simular as parcelas  que caberão no bolso. 

Ele diz ser simples: "antes de contratar o financiamento você estipula metas de valores que poderá guardar todo o mês". Ele aconselha a tentar poupar R$ 500 mensais e se não der certo, diminuir este valor razoavelmente. Por exemplo, se conseguir guardar durante três meses seguidos, R$ 300, isso significa que a parcela de um financiamento de seu futuro carro poderá ser de R$ 300 mensais.
 
Outra dica é ter cautela com as linhas de financiamentos, buscando contratos com menores taxas e fugindo daqueles mais perigosos, que podem chegar a 7% ao mês. Oliveira tranquiliza dizendo que “se o cliente buscar bem, poderá encontrar as menores taxas, que são de até 1,49% ao mês”.
Para o professor Elisson de Andrade, especialista em Educação Financeira, não só devemos analisar quanto podemos pagar em parcelas, mas também "do quanto realmente preciso do carro". 

Andrade fala que os problemas surgem na fraqueza da emoção das pessoas: "As pessoas pensam 'se todo mundo tem carro, por quê não posso ter também'?", diz ele complementando que, em muitos casos, a pessoa aumenta o prazo do financiamento para as parcelas ficarem menores e assim poder pegar um veículo mais luxuoso oferecido pelo vendedor.

Andrade diz também que, na hora de avaliar se vale a pena ou não adquirir um financiamento de automóveis, é preciso que a pessoa saiba que este é um bem que deprecia facilmente. Fora isso, existem os custos com impostos e manutenção. 

O professor fornece o exemplo de peças e acessórios, orientando o motorista a dividir os gastos por 12 – correspondendo ao total de meses do ano – e assim obter o quanto determinado gasto vai somar no mês. "Quando você coloca os custos no papel percebe que este sonho dá muito gasto", afirma ele. "Um carro a mais é um outro filho na família".
 
ImóveisCasas e apartamentos têm prazos longos de financiamentos, maiores que 30 anos, por conseguinte, qualquer percentual na taxa de juros fará uma boa diferença, variando geralmente de 8% a 12%. Assim, o comprador deve exagerar nas pesquisas de mercado, lembrando que quanto mais longo for o prazo, mais juros o consumidor vai pagar.
 
Ainda sobre o crédito para a compra do sonho da casa própria, Macedo analisa que o mesmo não é ruim se for bem usado. "Se você se planejar, poderá realizar seus sonhos com a ajuda do crédito". 

O professor cita o caso de a família entrar em um financiamento, deixando de lado o pagamento do aluguel. "Algumas vezes, vale a pena, pois o custo do juros é até inferior ao aluguel, principalmente em bairros mais simples onde o valor mensal da locação custa 3% o preço do imóvel, enquanto que uma propriedade de primeira linha vale apenas 0,2% do valor total".

Já Oliveira conta que a regra para extensão do financiamento conta bastante: “se puder financiar em dez anos, faça isso; não prolongue suas contas com seu novo imóvel por 35 anos”, alerta o economista.
 Ele também explica que para 2013, num curto prazo, as condições podem até melhorar. 

Com a taxa básica de juros (Selic) mantida no patamar de 7,25%, a maioria dos financiamentos gira em 9% ao ano. Contudo, ele explica que no médio e longo prazo é difícil fazer previsões no mercado de imóveis: as taxas podem ficar ainda melhores, ou não.

Por fim, acrescenta o professor da UFSC declara: "no geral, veja se a parcela do financiamento cabe no seu bolso sem que seu padrão de vida seja afetado".
Pacotes de viagens
No turismo os preços são fortemente influenciados pelo ritmo das temporadas. Oliveira diz que é importante levar em conta a seguinte pergunta: “tenho dívidas?”. Caso não tenha, é mais fácil de contrair parcelas com viagens, já que é um bem voltado principalmente ao lazer (podendo ser descartado mais facilmente do orçamento). Além disso, ele recorda o lado positivo das compras - no caso de ser pago à vista, o consumidor exclui preocupações futuras de adquirir mais contas para pagar ao longo dos meses.

Já Jurandir Macedo desmente o mito de que "quem tem dinheiro não possui motivos para pegar financiamentos". Ele alega que hoje isso mudou. "Se a pessoa tem uma quantia "x" sobrando e vai gastar com sua viagem exatamente isso, não vale a pena ela gastar todo este dinheiro, então é melhor que ela faça um financiamento", aconselha, explicando que é necessário que toda pessoa tenha uma quantia em reserva para imprevistos referente a três vezes o valor de seus gastos fixos mensais. 
Ainda sobre viagens, Oliveira conta que daqui uns meses, passado o Verão e as férias escolares, haverá redução nos pacotes, mas aponta que as viagens também necessitam de muita programação. “Quanto mais cedo for contratado o financiamento de uma viagem, mais viável fica”, diz ele, estipulando que se uma pessoa quer viajar na alta estação, ou seja, em dezembro, ela tem que adquirir o pacote já em janeiro.

Agora, se possível, é bom aproveitar a baixa estação. No caso de cruzeiros marítimos, Oliveira mostra que os preços caem 50% durante o período. “Não só cruzeiros, mas tudo que envolve o turismo: principalmente passagens e hospedagens".

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Faça da varanda e cobertura a extensão do apartamento

A varanda ou cobertura do apartamento inspira um momento de relaxamento e escapada da correria diária, mas quem disse que precisa servir apenas para contemplação? “O cliente vem pedindo um maior aproveitamento dos terraços, que é um local para desestressar da correria do dia a dia, sentar e ler um livro”, conta a arquiteta Andrea Pontes. “Até mesmo trabalhar no laptop em um ambiente externo transforma a ideia do trabalho em casa em algo menos árduo”, resume.




Para relaxar

Mesmo para quem quer apenas ter um ambiente para espairecer, é necessário ter cuidado ao escolher as plantas que irão compor o espaço, e até mesmo pensar em um projeto de iluminação para destacá-lo.
Plantas de baixa manutenção são as mais indicadas para varandas. Já que estão expostas à chuva, necessitam de água só a cada dez dias e atendem quem não tem tempo para cuidar do local. É necessário também escolher espécies que têm crescimento controlado, dependendo do tamanho do espaço, e necessitam apenas de uma poda periódica.

“Cactos e suculentas exigem poucos cuidados, enquanto espadas-de-São-Jorge se encaixam em espaços menores e pleomelis resistem ao vento, que pode ser mais intenso dependendo da localização do apartamento”, recomenda o arquiteto e paisagista Marcelo Faisal.

Pacovas, buxinhos, pau-d’água e palmeira ráfis poderem ser cultivadas em vasos e não necessitam de muito sol.
As plantas podem ser organizadas em cachepots e vasos de diversos tamanhos, que harmonizem com o mobiliário. O fechamento da varanda com vidro e a incidência maior ou menor de sol podem interferir na escolha das espécies.
Outros objetos, como fontes e lareiras, ajudam a tornar o espaço mais agradável.”Costumamos instalar no local uma lareira ecológica, que funciona com fluído e é de fácil manuseio”, diz o paisagista Gilberto Elkis.
”Uma horta de temperos, como salsinha, tomilho e hortelã, é uma sugestão bem aceita por clientes para compor a área”, completa.

Ambiente a mais

Para quem quer ter usos diversos para a varanda, metragens menores não são obstáculo, diz o arquiteto Gilbert Elkis. “Já fiz espaços gourmet, com churrasqueira, em varandas com dez metros quadrados”, conta. Para ganhar espaço, valem artifícios com relação ao paisagismo, que pode ser vertical, até mesmo em forma de molduras.
A escolha de materiais corretos pode diminuir a manutenção do local e torná-lo mais acolhedor. Pisos e decks de madeira são fáceis de instalar e podem ser montados sem reformas. Porcelanatos também são resistentes e fáceis de limpar.

Mobiliário feito com materiais sintéticos é mais resistente ao efeito de intempéries. Para torná-los confortáveis, bastam almofadas, que podem ser retiradas facilmente.
Na hora de reformar o local, existem restrições, alerta Andrea. Para fechar a varanda com vidro, ou colocar persianas de rolo, deve-se consultar as regras do condomínio, pois em geral não é permitido alterar a fachada do edifício, e qualquer mudança deve ser decidida em assembleia.

Coberturas

O prédio também deve prever a colocação de churrasqueiras ou fornos de pizza, que exigem um duto de exaustão para instalação. Geralmente, a decisão de incluir ou não os equipamentos deve ser feita durante a construção do prédio.
Apartamentos nos topos dos edifícios dão mais flexibilidade aos projetos de área externa, seja pela metragem maior como pela incidência direta do sol.
Aqui, é possível colocar plantas frutíferas, que precisam de luz e água para se desenvolver, e exigem manutenção constante em dias secos.
Em geral, a laje tem estrutura para a instalação de piscinas e ofurôs.
Para aproveitar melhor o espaço, o arquiteto Marcelo Faisal recomenda que os equipamentos ocupem, no máximo, um terço da metragem total. “Dessa forma, é possível utilizar o local para outros fins durante o inverno também.”
A área pode abrigar até mesmo um ambiente fechado, sob pergolados. “Ele dispensa climatização, que seria necessária caso o cliente opte por um fechamento de vidro, devido à forte incidência do sol no local”, completa Faisal. 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Uso inteligente das lâmpadas


Nos idos do ano de 2001 uma acentuada crise de energia que ficou conhecida como apagão, motivou grande parte da população brasileira, principalmente nos grandes centros urbanos, a substituir as lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas, as chamadas lâmpadas econômicas, mas sem ter muito conhecimento do produto.

A fluorescente compacta é realmente uma lâmpada econômica, desde que seja usada adequadamente. Assim como todas as fluorescentes usa um reator – no caso dos modelos de rosquear (soquete E27), ele vem acoplado à lâmpada –, e, apesar de serem mais aperfeiçoadas, ainda têm vida útil reduzida pelo acender e apagar em curto espaço de tempo, ou seja, não são adequadas para ambientes de curta permanência, como banheiros e corredores. Neste caso, a economia obtida na conta deenergia consumida mensalmente irá se perder com a necessidade de adquirir uma nova peça.

Nesses ambientes de curta permanência, qual seria a lâmpada certa? Essa questão é bastante complexa. Descartando as fluorescentes, para esse caso, restam as halógenas e os LEDs. A halógena é uma lâmpada sofisticada, com diversos modelos e preços, e que aquece bastante. Para ser bem explorada, exige conhecimento mais aprofundado. Fica difícil para o consumidor escolher sozinho. Por exemplo, o modelo com aparência igual à de uma incandescente custa dez vezes mais caro que esta e dura apenas o dobro do tempo. Por isso, usar com eficiência essa fonte de luz exige estudo de um “light designer”.
O LED teve um bom avanço tecnológico, com base de rosquear (soquete E27) e cor amarelada (temperatura de cor) mais parecida com a incandescente – apesar de seu índice de reprodução de cor, pouco divulgado, ficar em apenas 85%. Essa lâmpada expandiu sua aplicação de uso e está disponível em praticamente todas as versões da halógena. Indicado para locais que exigem lâmpadas acessas por horas seguidas, o que justificaria o custo do investimento inicial, o LED pode suprir a deficiência da fluorescente em locais de curta permanência, com acendimento frequente, para quem pode e gosta de investir em novas tecnologias. Porém, ainda passa longe do grande público.
Encontramos aqui, uma lacuna na tecnologia das lâmpadas. Para a grande maioria, falta o mercado oferecer uma lâmpada econômica em consumo e com preço atraente que desestimule a aquisição da perdulária e barata incandescente, até que cesse sua fabricação. Na Europa ela só é fabricada com até 40W e, no Brasil, a partir do próximo ano, não estarão mais disponíveis as de 100W, reduzindo gradativamente a comercialização.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Estante é peça chave de microapê com 26m²: móvel integra e oferece luz entre-cômodos


Em Porto Alegre eles são chamados “JK”, o que se traduz, no cacoete imobiliário paulistano, por kitnet - ou quarto-sala integrado - com pequena cozinha, área de serviços e banheiro. E, assim, era o apartamento Silva e Lima, na região central da capital rio-grandense.
Originalmente com uma parede que separava a cozinha do quarto-sala e um layout em “L”, era desejo do arquiteto Vitor Hugo Rebello Junior transformar o exíguo espaço de apenas 26m² em um apartamento para casal, onde fosse possível receber visitas sem perder a privacidade do dormitório nem se contentar em oferecer um estar escuro e sem vida aos amigos.

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A resposta veio num momento de meditação: “eu observava o skyline de Montevidéu, no Uruguai, quando tive a ideia da estante”, revela Rebello. A vista sobre a cidade mostrava o horizonte urbano repleto de prédios em diferentes alturas, expondo um plano de volumetria irregular. Então, num “insight”, o arquiteto considerou a possibilidade de transferir a imagem plana e horizontal para o eixo vertical. E fez-se a ideia do principal elemento do projeto de interiores do pequeno apê, que delimitaria o living do dormitório.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O mercado de tintas acaba de anunciar suas apostas para o ano de 2013. Selecionamos nossas favoritas e trazemos explicações de especialistas sobre tendências e cores


cor1EFEITO ÓPTICO 

Verde-amarelado ou amarelo-esverdeado? Nem mesmo a Suvinil dá a resposta. Batizado de Verde-limão, esse tom fica, propositalmente, em cima do muro. Segundo a consultora de cores e tendências do fabricante, Ana Kreutzer, o Verde-limão se encaixa na onda do entre cores. “A característica desse grupo é oscilar de acordo com a luz do ambiente, proporcionando uma experiência óptica”, afirma. Energético, ele incita a velocidade, a inquietação e o frescor, valores identificados não apenas no mercado de decoração como também na moda e no design. Em abril, a designer italiana Lorenza Bozzolilançou a poltrona de balanço Fedro para a marca Dedon, em Milão, e apostou nessa cor. Outro entre cores apresentado pela Suvinil é aCravina Rosa – um rosa-avermelhado ou vermelho-rosado, depende da luz e da percepção individual. Na foto, veja ainda o azulTopo do Mundo, um bom oposto complementar para o conjunto.
cor2A TRANQUILIDADE É AZUL
Violeta Inspirado, um índigo profundo e arroxeado, é a cor do ano para 2013, segundo aCoral. Na avaliação de Heleen van Gent, diretora do Centro de Estética Global daAkzoNobel, grupo do qual a marca de tintas faz parte, esse tom expressa o desejo contemporâneo de desconexão – pelo menos no momento em que voltamos para casa. À frente do setor HomeBuildLife da WGSN – centro internacional de pesquisa de tendências de moda e estilo –, a norte-americana Lisa Whiteapontou o azul, de maneira geral, como a cor predominante nos próximos anos. Na opinião da arquiteta Nara Grossi, deve-se tomar cuidado com os azuis fechados, pois eles podem dar ao ambiente um efeito melancólico. “Sugiro o amarelo para iluminar e alegrar o grupo”, diz Nara. Na composição da foto, observe as tintas amarela Rebento e branca-acinzentada Rocha Castelo. “O cinza quebra a intensidade do azul e do amarelo, fazendo a ligação entre as cores de paletas tão diferentes”, afirma o arquitetoVinícius Mazzoni, do escritório FMB Arquitetos.
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cor3NATUREZA: DEIXE ELA ENTRAR
Honey Vitality. Em tradução livre, Natureza Viva. Eis o nome de uma das paletas criadas pela Sherwin-Williams como tendência para 2013. Ela é resultado das informações compiladas pela equipe da norte-americanaCarol Derov, gerente de marketing de cores da marca e membro do Color Association of the United States. Formada por tons terrosos, dos crus aos marrons e avermelhados, a paleta atende à demanda de levar a natureza para dentro de casa. “Nessa lógica, assistimos à valorização das texturas naturais, dos acabamentos rústicos e dos trabalhos feitos à mão. Tudo aponta para a sensação reconfortante de fazer parte de algo maior”, diz Carol. A novidade na onda de terrosos é combiná-los com azuis pálidos – caso da cor Poolhouse, que contrasta com o terracotaRustic Red e o bege Roycroft Suede. A arquiteta Deborah Roig, que utiliza com frequência esses tons em seus projetos, propõe uma ousadia: “Experimente compor o terracota com o azul-turquesa e o verde-folha. Fica muito atual”, afirma.
cor4DOÇURA RETRÔ 
Contempladas não apenas na grade daLukscolor como na da Sherwin-Williams, as candy colors – em português, cores de doce – sugerem uma nostálgica volta aos anos 1950 e 1960, onda também chamada de retrô fun, expressa, por exemplo, na indústria de eletrodomésticos. Conforme previsão da WGSN, na moda, no design e na decoração esses tons privilegiam composições em degradê. Na paleta de candies da Sherwin-Williams há cores de gemas preciosas, como o citrino e a ametista. A foto traz as tintas nas tonalidades Essence, Nirvana e Coconut, da Lukscolor. Para um resultado surpreendente e contemporâneo, pontue-as com toques de preto. “Inclua nuances vibrantes, como o rosa pink, para o ambiente não parecer infantil. Outra ideia é escolher tecidos marcantes, que chamem a atenção, com texturas e referências geométricas, além de objetos mais suntuosos”, diz a designer de interiores Luciana Penna.
Fonte: Texto Mariana Mello | Fotos Dulla – casa e jardim
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